Missão internacional · 2027
Do all-inclusive ao ultra-personalizado
Como a Riviera Maya está reinventando os resorts

Por que México, por que agora
O all-inclusive deixou de ser sinônimo de commodity. Grupos globais estão reposicionando ativos na Riviera Maya em torno de personalização, branded residences e novos modelos de propriedade — não apenas volume. O Tren Maya e o novo aeroporto de Tulum mudam o mapa de acesso da região. O momento é este: quem opera e quem desenvolve hospitalidade no Brasil — hotéis, resorts, empreendimentos de marca — precisa entender essa transição de perto, antes que ela chegue pronta.
Esta não é uma missão sobre um destino. É uma missão sobre uma tese: a hospitalidade está se reinventando entre operação e desenvolvimento imobiliário, e quem está na frente disso vai definir o próximo ciclo de resorts e residências de marca no mundo todo.
Como funciona
As seis trilhas
Cada trilha é uma pergunta de negócio. As visitas existem para respondê-las.
Gestão do All-Inclusive Global
Como grupos internacionais operam o all-inclusive na próxima geração?
Entertainment & Experience Economy
O que a economia do entretenimento ensina sobre permanência e gasto total?
Eficiência & O Olhar do Investidor
Como o investidor lê rentabilidade, CAPEX e risco nesses ativos?
Destinos Exclusivos & Branded Residences
O que o real estate de marca está fazendo com o produto hoteleiro?
Affordable Luxury & Lifestyle
Como o luxo acessível está redesenhando a régua de preço e experiência?
Wellness & Rituais de Encerramento
O que vem depois do "tudo incluído": personalização de bem-estar.
O terceiro capítulo · Tulum
O laboratório do pós-all-inclusive
Se Cancún mostra a escala e a Riviera Maya mostra a transição, Tulum mostra o extremo da curva. Ali o produto hoteleiro se organiza em torno de poucas chaves, arquitetura autoral e uma promessa de curadoria que justifica diária alta sem depender de metragem, buffet ou parque aquático. É o oposto operacional do all-inclusive clássico — e, ainda assim, disputa o mesmo hóspede.
O que torna Tulum incontornável nesta missão é o timing. O novo aeroporto internacional de Tulum e o Tren Maya encurtaram o acesso a um destino que até ontem era protegido pela própria dificuldade de chegar. Isso muda o perfil de demanda, pressiona a régua de preço e coloca em teste a tese de que exclusividade sobrevive à escala. Ao mesmo tempo, o real estate de marca avança sobre o destino: residências com operação hoteleira, wellness vendido como produto principal e não como amenidade, e modelos híbridos entre hotel, clube e moradia.
Vamos observar isso de dentro, com acesso à operação e conversa com quem toca o ativo.
Escala pequena, margem alta
Inventários de poucas dezenas de chaves sustentando diárias de resort. O que isso exige de equipe, de manutenção e de taxa de ocupação para fechar a conta.
Preço por experiência
A diária deixa de precificar o quarto e passa a precificar o roteiro: ritual, alimentação, wellness e comunidade. Como isso aparece no gasto total por hóspede.
Acesso versus escassez
Novo aeroporto e Tren Maya ampliam a demanda de um destino construído sobre a ideia de ser difícil. O que acontece com o posicionamento quando o acesso se democratiza.



Tulum é onde as trilhas de Wellness e Branded Residences deixam de ser tema de painel e viram operação observável.
Como é um dia
Visita técnica
Acesso direto à operação, não um tour de vitrine.
Conversa de bastidor
Quem opera o ativo, sem filtro de marketing.
Debriefing
O grupo transforma observação em aplicação para o Brasil.
Isso não é turismo corporativo. É trabalho de campo com tese, curadoria e síntese.
Para quem é
- Proprietários e C-levels de hotéis e resorts (lazer, urbano e branded residences)
- Incorporadores e desenvolvedores imobiliários do ecossistema de hospitalidade
- Investidores focados em hospitalidade e real estate
- Executivos que operam e desenvolvem — não apenas uma das duas frentes
- Operadores de multipropriedade e timeshare, via o pré-programa LASOS
Não é para
- Quem busca um programa de turismo com agenda técnica de fachada
- Fornecedores buscando apenas exposição comercial direta (há um caminho específico — ver /parceiros)
- Quem não pode se comprometer com a imersão completa
Prova
China 2025 e Berlim 2026
20+
visitas técnicas nas duas primeiras missões
25
empresas e operações visitadas
50+
líderes brasileiros já em campo



Programa adicional · Antes da missão
LASOS, Los Cabos — para quem vive de propriedade compartilhada
26 a 28 de maio de 2027, antes da largada da Missão México. O LASOS é o Latin American Shared Ownership Summit da RCI — o principal encontro do ecossistema de multipropriedade, timeshare e hospitalidade compartilhada na América Latina.
Se sua operação inclui produtos de propriedade compartilhada, points, clubes de férias ou fractional ownership, o LASOS é uma porta de entrada por si só — mesmo que a tese central da missão principal (all-inclusive e branded residences) não seja o seu dia a dia.
Para quem é o LASOS
- Operadores e desenvolvedores de multipropriedade e timeshare
- Redes e clubes de férias (vacation clubs)
- Fornecedores e gestores do ecossistema de propriedade compartilhada
Idealizadores

Gabriel Fumagalli
Empreendedor serial em tecnologia, co-fundador da Xtay e Diretor de Marketing da Atrio. Criou o Hoteleiros do Futuro para aproximar a liderança hoteleira brasileira das transformações que já estão acontecendo no resto do mundo.

Pedro Cypriano
Especialista em investimentos e gestão estratégica em hotelaria e entretenimento. Mais de 20 anos liderando projetos com consultorias globais na Europa, Oriente Médio, África e América Latina.
Perguntas diretas
Apenas 25 vagas.
O grupo é deliberadamente pequeno: exclusividade e tempo de qualidade para todos — nas visitas técnicas, nas conversas de bastidor e nas conexões que ficam depois da viagem. Candidate-se agora e entre na lista prioritária.
